Sobre o Autor.
Paulo Cézar Santos Melo, Baiano de Cipó-BA, nascido às margens do Rio Itapicuru, em 04 de maio, idos dos anos 60...divorciado, contabilista, Sargento da Polícia Militar da Bahia, ora servindo na 21ª Companhia Independente de Polícia Militar, lotado no comando do Grupamento de Polícia Militar em Ribeira do Amparo-BA, é deveras um poeta nato, desde sua adolescência, um fiel amigo da literatura, louco para os íntimos, para os distantes, um metódico, estranho ser adiante do seu tempo.
Em 1998 lançou em Maragojipe-BA seu primeiro livro de poesias, intitulado: UM POUCO DE TUDO, bem como na carona da Banda de Música da EFAP (Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças), lançou também na Praça Tereza Batista (Pelourinho/Salvador-Bahia).
Quando programava o lançamento em sua terra natal, um lastimável imprevisto, encerra de uma vez, toda ânsia do poeta em realizar seu intento. O seu veículo incendeia-se, e nas cinzas, vão-se os quase 300 exemplares de sua primeira obra publicada.
Ao longo dessa década, ele se recompõe, ergue-se como a fênix da mitologia, e escreve IMPRESSÕES DIGITAIS, passa por duras provas em sua trajetória de vida pessoal, separa-se de sua primeira esposa, que dessa união nascem suas duas esperanças: Paula Rafaela & Poliana,
( perde seu tio João de Amélia, com quem confabulava na varanda e dividia íntimos segredos.)
A poesia na vida de Paulo Cézar tem raízes profundas, que por si só, se regam, pois não obstante o prazer pela leitura, a curiosidade em beber desse néctar imaginário que o deixa inspirado e “como que fora de si”, sua formação acadêmica em letras vernáculas, não se concretizou, contudo o borbulhar da fonte, ergue-se das entranhas de sua alma, e surgem então, sonhos, verdades, protestos, versos de amor, homenagens, diálogos, sublimidades, etc.
A maestria com que se reveste os versos de Cézar, são deveras únicos, seus, de seu próprio ser, de sua alma inquieta e desconfortável ante aos acontecimentos que mechem com a humanidade de um modo geral.
Influenciado pelos versos de Glaydston Machado, Goretti, Ailton Dias, Raniery, Verônica, Cássio Lyra, decola das gavetas do esquecimento este presente materializado e emocionante que certamente após a leitura, o precioso (ouvinte), leitor, admirador deste estilo literário, repetirá a dose e repensará sua própria história.
Boa Leitura.
Paulo Cesário – Poeta, Filósofo, Andarilho
Irmão de Paulo Cézar
Paulo Cézar Santos Melo, Baiano de Cipó-BA, nascido às margens do Rio Itapicuru, em 04 de maio, idos dos anos 60...divorciado, contabilista, Sargento da Polícia Militar da Bahia, ora servindo na 21ª Companhia Independente de Polícia Militar, lotado no comando do Grupamento de Polícia Militar em Ribeira do Amparo-BA, é deveras um poeta nato, desde sua adolescência, um fiel amigo da literatura, louco para os íntimos, para os distantes, um metódico, estranho ser adiante do seu tempo.
Em 1998 lançou em Maragojipe-BA seu primeiro livro de poesias, intitulado: UM POUCO DE TUDO, bem como na carona da Banda de Música da EFAP (Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças), lançou também na Praça Tereza Batista (Pelourinho/Salvador-Bahia).
Quando programava o lançamento em sua terra natal, um lastimável imprevisto, encerra de uma vez, toda ânsia do poeta em realizar seu intento. O seu veículo incendeia-se, e nas cinzas, vão-se os quase 300 exemplares de sua primeira obra publicada.
Ao longo dessa década, ele se recompõe, ergue-se como a fênix da mitologia, e escreve IMPRESSÕES DIGITAIS, passa por duras provas em sua trajetória de vida pessoal, separa-se de sua primeira esposa, que dessa união nascem suas duas esperanças: Paula Rafaela & Poliana,
( perde seu tio João de Amélia, com quem confabulava na varanda e dividia íntimos segredos.)
A poesia na vida de Paulo Cézar tem raízes profundas, que por si só, se regam, pois não obstante o prazer pela leitura, a curiosidade em beber desse néctar imaginário que o deixa inspirado e “como que fora de si”, sua formação acadêmica em letras vernáculas, não se concretizou, contudo o borbulhar da fonte, ergue-se das entranhas de sua alma, e surgem então, sonhos, verdades, protestos, versos de amor, homenagens, diálogos, sublimidades, etc.
A maestria com que se reveste os versos de Cézar, são deveras únicos, seus, de seu próprio ser, de sua alma inquieta e desconfortável ante aos acontecimentos que mechem com a humanidade de um modo geral.
Influenciado pelos versos de Glaydston Machado, Goretti, Ailton Dias, Raniery, Verônica, Cássio Lyra, decola das gavetas do esquecimento este presente materializado e emocionante que certamente após a leitura, o precioso (ouvinte), leitor, admirador deste estilo literário, repetirá a dose e repensará sua própria história.
Boa Leitura.
Paulo Cesário – Poeta, Filósofo, Andarilho
Irmão de Paulo Cézar
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