Enquanto a cidade não lê,
Os gatunos do poder se eternizam
Na capital, e nós?
E você?
Eu...dançaremos o carnaval
Na praça que tem nome de poeta,
Porta aberta pra fome passar.
Quem se infiltrará nas minhas
IMPRESSÕES DIGITAIS???
Quem se atreve a burilar meu poema com o suor
Do rosto?
E sangrar o peito, ouvindo Gonzaguinha, Simone, Fagner...
Calcanhoto, Marisa Monte...
Nada contra a música eletrônica,
Prefiro o misticismo de Kitaro,
E os sussurros de Ênia...
Nada contra as duplas caipira...
Alguns não cantam nada...
Outros são caipiras como eu.
Enquanto isso...ouça Beethoven,
Ou recite, “vaca estrela” de Patativa do Assaré.
Como quiser...deixe a pomba voar,
E a Jovem Guarda passar...
Enquanto isso na pérgula das ilusões
Um poeta se debruça triste
Pelo que de bom ainda não aconteceu.
Os gatunos do poder se eternizam
Na capital, e nós?
E você?
Eu...dançaremos o carnaval
Na praça que tem nome de poeta,
Porta aberta pra fome passar.
Quem se infiltrará nas minhas
IMPRESSÕES DIGITAIS???
Quem se atreve a burilar meu poema com o suor
Do rosto?
E sangrar o peito, ouvindo Gonzaguinha, Simone, Fagner...
Calcanhoto, Marisa Monte...
Nada contra a música eletrônica,
Prefiro o misticismo de Kitaro,
E os sussurros de Ênia...
Nada contra as duplas caipira...
Alguns não cantam nada...
Outros são caipiras como eu.
Enquanto isso...ouça Beethoven,
Ou recite, “vaca estrela” de Patativa do Assaré.
Como quiser...deixe a pomba voar,
E a Jovem Guarda passar...
Enquanto isso na pérgula das ilusões
Um poeta se debruça triste
Pelo que de bom ainda não aconteceu.
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